Fatos irônicos de uma sexta-feira 13

Postado em 12/09/2013 por Ricardo Brusch

 

Ser supersticioso e cauteloso é uma forma de nos livrar de todo o mal que pode nos atingir neste dia? Devemos acreditar nas lendas que ficam mais evidentes na sexta-feira 13? Talvez sim, mas talvez não…

 

Perceba o caso de Ana, que enquanto caminhava pelo trajeto que fazia todo dia até seu serviço, foi surpreendida por um gato preto no meio do caminho. Mais que depressa ela virou as costas e mudou seu rumo, pegando a rua paralela à que estava. Lá foi abordada por um jovem marginal que por ali transitava de moto. Teve seus pertences tomados e suas partes íntimas apalpadas, além de receber no final um belo golpe na cabeça ao acusar que tinha visto a placa da motocicleta.

 

Com Júlio foi pior. Estava ele tranquilamente caminhando pela calçada quando passou em frente a uma pequena lojinha aparentemente em obras. Um homem posicionara duas escada de madeira na frente do estabelecimento, de maneira que alcançassem o letreiro sobre a entrada da loja, obrigando os pedestres a passar por baixo delas. Júlio, muito supersticioso, recuou, desviou dos carros estacionados à beira da calçada e seguiu pelo meio da rua por dez metros, tempo o suficiente para ser atropelado por uma viatura policial que corria muito acima da velocidade permitida ali, já que estava atendendo à uma ocorrência de assalto praticada por um motociclista na região.

 

Pelo menos o socorro veio rápido. Uma ambulância estava no local em exatos 13 minutos prestando os primeiros socorros. O corpo de Júlio ainda inconsciente foi colocado em uma maca e posteriormente na traseira da ambulância, que se dirigiu às pressas para o hospital. Infelizmente, no cruzamento de duas grandes avenidas da cidade, a ambulância bateu em cheio numa moto que cruzara o sinal vermelho. Coincidência ou não, o motoqueiro atirado e envolto à sangue no chão estava com uma bolsa feminina à tira-colo. Ao revistar a carteira do infeliz à procura de documentos que identificassem o corpo, os paramédicos encontraram um pequeno trevo de quatro folhas envolto em um plástico fino, juntamente com um bilhetinho escrito à mão: “Querido filho, para lhe proteger neste dia. Juízo. Mamãe.”

 

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